Rondaltense suspeito de envolvimento em morte de advogado em Constantina, teve pena aumentada

No ano de 2016, o conselho de sentença do Tribunal do Júri condenou Fábio Luis Rodrigues, o Bidi, a 7 anos, 8 meses e 10 dias de prisão pela participação da morte do Advogado Claudiomiro Romansini, em julho de 2013, em Constantina. Insatisfeito com a pena aplicada o Ministério Público, que entendia que deveria ter sua pena aumentada, recorreu e conseguiu anular o júri realizado na época. Com Isso na sexta-feira dia 31, junto ao fórum de Costantina, Bidi esteve novamente sentando ao banco dos réus para responder por sua eventual participação na morte do advogado.

A investigações indicaram que Fábio foi peça fundamental na intermediação do plano para executar Romansini. Na época o casal de amantes, Ione e Marcelo procuraram Fábio, que indicou um antigo amigo que estava preso na penitenciária de Montenegro, e que faz parte de uma facção da região metropolitana, para contratar um atirador para executar o plano que havia articulado contra Claudiomiro.

O delegado que esteve à frente da investigação que resultou na prisão de várias pessoas entre elas a esposa de Romansini, Ione Guimarães e seu amante Marcelo Haack. Dilson José da Silva, esteve como testemunha principal do caso. Para o júri, ele revelou toda a trama que envolveu o assassinato e a participação do elemento no caso. Inclusive afirmando que os contatos foram feitos todos através de Fábio, que na noite antes do crime, emprestou a sua casa para o assassino, na época menor de idade para descansar antes de executar seu alvo.

Ele também respondeu perguntas do Ministério Público, feitas pela promotora Kátia Regina Griza e pela defesa do acusado. O Juri se arrastou durante todo o dia. A sentença dos jurados lida pelo Juiz David Reise Gaparoni, foi no aumento da pena para 12 anos e 6 meses de reclusão. Inicialmente em regime fechado, Fábio, porém poderá recorrer em liberdade.

Reportagem: Jornal Folha da Produção