A muitos anos a história do tradicionalismo vem sendo escrita em Ronda Alta
Um poco da história do tradicionalismo em Ronda Alta
Publicado em 18 de setembro de 2020
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A história do tradicionalismo vem sendo escrita a muitos e muitos anos pelos apaixonados pela cultura do Rio Grande do Sul.

Ronda Alta já teve uma triste história dentro do tradicionalismo, onde o primeiro CTG construído em Ronda Alta foi incendiado, a sede da entidade cultural era localizada no centro da cidade, hoje Bairro Aparecida a cerca de uma quadra da agência da Sicredi atualmente. A antiga sede do CTG foi construída a cerca de 60 anos e naquela época foi inaugurada pelo Padre Guilherme Stefens, a primeira diretoria e autoridades locais.

Após o fato da queima do primeiro galpão que só restou o terreno, a Câmara de Vereadores solicitou ao executivo uma área de 23.000 m² para construir um novo e atual galpão, repasse que foi homologado pelo então prefeito Dervile Luiz Fachini, o qual fazia parte da patronagem, o terreno que estava localizado o CTG foi vendido para arrecadar fundos para a construção da nova sede, onde se encontra até hoje

Em 1980 o senhor Liberato Caraça foi eleito o patrão do CTG Ronda da Saudade e Jurandir Schleder dos Santos capataz. O patrão Liberato construiu todas as tesouras de ferro em sua fazenda, um exemplo de tradicionalista, o valor conseguido com a venda do terreno no centro da cidade e mais uma rifa na época realizada foram usados para a construção do novo galpão do CTG. A inauguração contou com a benção do padre Arnildo Fritzen e a presença de autoridades da época.

Aos guerreiros que lutaram a muitos anos para hoje termos uma bela história do tradicionalismo em nossa cidade, a nossa gratidão.


Abaixo confira as fotos da história contada a cima:

Fonte: Arquivos Waldemar Brugnera/Máxima FM
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