Governo do Estado começará extinção de fundações pela Corag

Governo do Estado começará extinção de fundações pela Corag | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / CP
Após decisão liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que autoriza as extinções de seis fundações públicas do Rio Grande do Sul, uma companhia e uma autarquia, o Piratini deve iniciar o processo pela Companhia Rio Grandense de Artes Gráficas (Corag). Em entrevista ao programa Agora, da Rádio Guaíba, oprocurador-geral do Estado, Euzébio Ruschel, explicou como o governo já está finalizando o cronograma que definirá a ordem das extinções.

“A (extinção da) Corag está bastante adiantada. Inclusive há uma previsão de transferência para a Procergs (Companhia de Processamento de Dados do RS), companhia que ficará responsável pelo Diário Oficial do Estado”, explica o procurador-geral, ressaltando que a TVE também está com processo adiantado de extinção.

A Assembleia Legislativa aprovou a extinção das fundações em dezembro do ano passado. Contudo, as desativações foram barradas pela Justiça. Desde então, o governo negocia com os servidores e busca alternativa para concluir a extinção das fundações Zoobotânica, a Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), a Fundação de Economia e Estatística (FEE), a Televisão Educativa (TVE), a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) e a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH).
Ruschel diz que as extinções das fundações reduziria custos dos Estado, que passa por “um processo de modernização do Estado do Rio Grande do Sul”.